Instinto e raciocínio caminham em paralelas e indiscutivelmente vitais sobre todos os aspectos, nas devidas proporções, entre racionais e irracionais, ficamos divididos quais dos dois é o mais importante.
Sabemos que o raciocínio age de forma mais moderada e com maiores chances de acertos, mas não podemos deixar exaltar um instinto muito comum nos irracionais. Quando vemos uma galinha com sua ninhada de pintinhos tendo a coragem de enfrentar uma raposa para defender seus filhotes, e perguntamos qual a possibilidade que ela tem de ganhar essa luta, deduzimos que a probabilidade é zero ou quase zero.
Mas o instinto de proteção é incrível deixando o menos provável, possível. A coruja da imagem acima está defendendo seus filhotes, do quê não sabemos, mas o que podemos ver é que ela triplicou seu tamanho normal para alcançar seu objetivo.
Esse é o instinto protetor do reino animal. Se fosse algum humano em uma situação parecida, com certeza iria usar o raciocínio em vez do instinto. Nem sempre funciona da mesma forma, às vezes com a gente o instinto tira a proteção, você não pode colocar em perigo as pessoas com uma ação baseada no instinto. É preciso utilizar o raciocínio, pensar rápido no que fazer e como fazer para enfrentar uma situação perigosa.
Nós utilizamos o raciocínio, estudamos defesas e reações e temos ideias, o instinto tem apenas reações no momento, se der certo maravilha, mas é sempre um grande risco.
Você pode até ter seu lado animal no sentido agressivo o que não pode é desconhecer o fato de que o animal não tem as mesmas escolhas e a sabedoria de pensar e agir.
O animal reage no momento e a sua reação pode ter consequências futuras, eis a grande diferença entre o raciocínio e o instinto.
Ass. Maninho.